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domingo, 28 de junho de 2015

Empresas já devem pensar ou repensar na adesão ao Simples Nacional

--> Ele explica que na Confirp a grande procura para adesão foram dos escritórios de advocacia, que tiveram uma grande redução tributária em comparação com o lucro presumido.


A adesão ao regime tributário Simples Nacional foi recorde no início de 2015, crescendo 156% em comparação ao mesmo período de 2014. Contudo, só não foi maior por causa de muitas empresas possuírem débitos tributários e por que a forma com que foi implantado o sistema aumentou o tributo para alguns setores da área de serviço.
“Observamos que houve uma boa procura por pessoas que queriam aderir a esse modelo tributário, mas muitas não se atentaram com antecedência a pendências (principalmente financeiras) que não possibilitaram a adesão. Há também a necessidade de um planejamento tributário com antecedência, para avaliar se realmente será vantajoso”, explica o diretor executivo da Confirp Contabilidade, Richard Domingos.
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CFC lança Manual de Redação e Estilo do Sistema CFC/CRCs

NOTÍCIAS EMPRESARIAIS 



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O Conselho Federal de Contabilidade (CFC), com o apoio do Sistema CFC/CRCs, elaborou e agora apresenta este Manual de Redação e Estilo do Sistema CFC/CRCs, cujo objetivo é oferecer um guia com orientações com a principal finalidade de dar apoio aos redatores.
O Manual tem por objetivo padronizar alguns termos e expressões, alcançando uma forma de comunicação uníssona para o diversificado público presente em todas as unidades da Federação, além de trazer as principais regras da Língua Portuguesa e suas dúvidas mais frequentes. A publicação traz também modelos de documentos expedidos pelo Sistema CFC/CRCs.
Longe de se tornar uma fonte de regras engessadas, até porque a língua é viva e vibrante, o Manual de Redação e Estilo do Sistema CFC/CRCs poderá sofrer atualizações ao longo dos anos, necessárias para se adaptar às exigências do próprio Sistema.
O Manual apresenta 5 (cinco) tópicos: 1) Redação Oficial e suas Especificidades, que trata, principalmente, das características fundamentais da redação oficial, como clareza, concisão, coerência e coesão; 2) Tipos de Atos Oficiais e Normativos, que traz orientações acerca dos diversos documentos utilizados no Sistema CFC/CRCs; 3) Elementos Gramaticais, que apresenta regras da Língua Portuguesa, englobando as partes semântica, morfológica e sintática; 4) Reforma Ortográfica Reforma Ortográfica, que apresenta as principais mudanças e alterações na Língua Portuguesa; 5) Convenções, que apresenta as principais formas de redução vocabular e destaques gráficos.
Fonte: Portal CFC
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Cuidados com certificado digital

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NOTÍCIAS EMPRESARIAIS


Desmaterialização e agilidade na tramitação de processos, economia e sustentabilidade são palavras de ordem em órgãos do governo e instituições privadas. Diante disso, a Certificação Digital ganha cada vez mais adeptos no Brasil - somente a Certisign já emitiu mais de 7 milhões de Certificados Digitais na hierarquia da ICP-Brasil. Se por um lado, a tecnologia traz uma série de benefícios para quem a usufrui e, principalmente, para o meio ambiente, por outro emprestar ou dividir o documento eletrônico com terceiros pode ser de alto risco. Pois, nesse caso, quem estiver em posse do Certificado passa a outorgar plenos poderes em nome do titular.
Falsificação de documentos, fraudes, assinaturas de contratos, procurações, transferências de valores e de bens patrimoniais, como imóvel, veículo ou até mesmo uma empresa, não são situações que acontecem apenas em obras de ficção. 

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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Quem é o Microempreendedor Individual Brasileiro?

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18/06 - Elizete Schazmann para o Contabilidade na TV

Na quarta-feira o Governo Federal comemorou  o cumprimento da meta de mais de  cinco milhões de Microempreendedores Individuais (MEIs) frutos da Lei Complementar 128/2008. A Lei foi criada com o principal objetivo de retirar da informalidade milhões de empreendedores.

Uma pesquisa realizada  pelo SEBRAE em 2013 revela o perfil dos MEIs. O levantamento revela que, 40,6% dos MEI afirmaram que, antes de se formalizarem eram empregados(a) com carteira; 30,6% eram microempreendedores informais (sem CNPJ); 16,3% empregados(a) sem carteira; 6,5% donos(a) de casa; 2,0% servidores públicos; 1,8% estudantes; 1,1% desempregados(a), 0,8% microempreendedor formal (com CNPJ) e 0,3% aposentado. Dentre aqueles que afirmaram terem sido microempreendedores informais (sem CNPJ), 44% o foram por 10 anos ou mais, 23,6% entre 5 anos e 9 anos e 11 meses, 19,3% entre 2 e 4 anos e 11 meses e 13,0% menos de 2 anos.

O que a pesquisa demonstra é que a maior parte dessas pessoas saiu de um emprego formal para empreender, por ter visto no empreendedorismo uma forma mais promissora de se sustentar. A conclusão parte do fato de 68,6% dos microempreendedores individuais afirmaram não estar envolvidos em atividades empreendedoras antes de se registrar. Em especial, 42,6% que afirmaram serem servidores públicos ou que possuíam um emprego formal, o que remete à inferência de que são um grupo de microempreendedores “por oportunidade” (e não “por necessidade”).

A pesquisa mostra que a maior parte dos MEIs tem em seu negócio a sua principal fonte de renda, ou seja, 76% deles afirmaram não possuir outra fonte de renda. Comparando-se estes aos resultados de 2012, houve um aumento de 2 pontos percentuais no número de microempreendedores que afirmaram não ter nenhuma outra fonte de renda. O que, de acordo com a pesquisa parece demonstrar a importância crescente dos microempreendimentos individuais como principal meio de sobrevivência.

Como resultado, a pesquisa demonstra que este tipo de empreendedorismo é desenvolvido por membros da sociedade brasileira com índices de educação e renda superior que a média, além de uma forte presença feminina. O estudo aponta que a grande parte dos MEI pretende crescer alcançando patamares superiores de renda que os limites legais estabelecidos, ou seja, desejam tornarem-se, por exemplo, microempresários. A esta perspectiva de crescimento positiva se junta o elevado índice de satisfação como MEI, com a maioria absoluta recomendando a formalização a outros empresários ainda não legalizados.

O papel do contador junto aos MEIs

“O profissional de contabilidade tem conhecimento técnico para orientar o MEI, possibilitando seu crescimento de maneira ordenada”, é o que pensa o presidente do Sescon Grande Florianópolis, Fernando Baldissera.  Ele considera que, ainda que não seja legalmente exigida, a contabilidade pode proporcionar informações importantes para o crescimento do MEI.  “Por meio de relatórios contábeis é possível determinar se o empreendimento é lucrativo ou não e corrigir eventuais falhas antes que elas afetem a continuidade do negócio”, esclarece.

Para quem resolve ser empreendedor é fundamental diferenciar gasto de investimento e levar em conta a relação custo/benefício para avaliar bem a necessidade do apoio de um contador. Quando a assunto é o valor do serviço contábil, Baldissera esclarece que ele é relativo e varia de acordo com o o que é contratado e do profissional escolhido. “O mais importante a se ter em mente quando da escolha de um profissional de contabilidade é que este  deve ser de extrema confiança e precisará conhecer a empresa em seus menores detalhes”, aconselha.

Quando realiza o sonho ser o próprio patrão, muita gente pensa que está livre de muitas preocupações e acaba descuidando das responsabilidades que a vida empresarial acarreta. Segundo a  Receita Federal, chega a  56% a inadimplência no pagamento do Documento de Arrecadação do Mei ( DasMEI). Os números são altos, levando em conta que os Microempreendedores Individuais recebem as guias de pagamento pelos Correios e também podem acessá-la por meio de totens de atendimento nas unidades do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O Presidente do Sescon GF alerta que, para os microempreendedores, a conseqüência mais grave é a possibilidade de exclusão do empreendedor deste regime tributário e a cobrança dos valores em atraso com multa e juros, para a sociedade o maior prejuízo é a falta de arrecadação que deixa de retornar ao contribuinte em serviços essenciais e investimentos em infra-estrutura.

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Atenção para Golpistas na Área Tributária

18/06 - Blog Guia Tributário

Golpistas tem procurado empresas para propor liquidação, fora dos parâmetros legais, de débitos tributários federais.

Segundo notícias da imprensa e alertas da RFB, os golpistas agem “vendendo” supostos créditos fiscais, que teoricamente poderiam ser compensados com dívidas fiscais.

O alerta de nossa equipe é que somente podem ser compensados tributos federais mediante os parâmetros indicados na Lei 9.430/1996 e na Lei 11.457/2007.

CADERNO DE EMPREGOS

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